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Corujices

Fomos passear no shopping com a Letícia e o Eder vai dar uma volta com ela, enquanto eu lancho. Daí ele volta e comenta: "Ela fez o maior sucesso, como sempre!" - Exibido!

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A Letícia está quase falando "Alô". Só que ela acha que qualquer coisa que tem botão é telefone. Para ela, controle remoto, telefone sem fio e celular é tudo a mesma coisa: serve para colocar no ouvido, falar alô e chamar a mamãe... Eu me derreto toda.

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Semana passada ela foi ao primeiro aniversário de criança, daqueles com guloseimas e palhaços e se esbaldou. Brincou, andou, correu, sorriu e todos ficavam admirados perguntando se ela tinha mais de um ano. A mãe aqui, coruja que só ela, era só sorrisos lambendo a cria.

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Estou na correria para acertar os últimos detalhes da festinha de 1 ano. Será apenas uma festinha mesmo, para não passar em branco, com os amigos e familiares mais próximos, preferencialmente aqueles que têm crianças também. O tema será Circo e comemoraremos o aniversário de 1 ano da Letícia e de 2 anos do Gui, meu sobrinho. Ela vai se vestir de bailarina e eu já comprei a roupinha, que ficou linda por sinal. Imaginem essa cotoca de meia-calça e sapatilhas... Uma gostosa!


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A primeira queda a gente nunca esquece!

Eu passei o sábado inteiro mal. Acho que comi algo que não me caiu bem, estava com dor no corpo, dor no estômago e bastante enjoada. Não, não é a segunda gravidez! Ainda não. Logo no sábado, que eu iria com o Eder e a Letícia para o casamento de uma amiga de longa data, a Albany. Não estava bem, mas mesmo assim ainda estava decidida a ir, afinal o casamento seria a noite, já estava tudo programado e tal.

No final da tarde, o Eder desceu para brincar um pouco com a Letícia no condomínio e eu fiquei descansando, numa tentativa de melhorar. De repente, ele abre a porta e diz orgulhoso: "Ela subiu a escada sozinha de lá de baixo até aqui." E eu: "Que legal!". E eles descem para passear mais.

Daí que eu ouvi um choro familiar e desesperado. Era a Letícia. Ai, meu Deus, eu gelei. Meu coração disparou, eu sabia que tinha acontecido algo. Aquele choro não era manha de quem não queria subir. Era um choro de dor, de desespero, de susto mesmo. Abro a porta correndo e escuto o choro se aproximar pelas escadas. Então aparece a minha pequena, desesperada no braço do pai. Havia caído na calçada e bateu com o rostinho no chão. Machucou o lábio superior, o buço e o narizinho. Quando vi sangue na sua boquinha, fiquei ainda mais nervosa e quis chorar com ela. Mas, num relance, lembrei-me do meu papel de mãe e da minha missão de ser o porto seguro da minha filha. Definitivamente, aquela não era a hora para me descabelar, mas sim de passar conforto e segurança para a Letícia. E foi isso que eu fiz. Me fiz de forte e consegui acalmá-la, dei banho, dei dengo e ela dormiu.

Depois fiquei lembrando da cena e pensando em como foi difícil aquele momento. Pedi a Deus que a protegesse sempre, de todos os males, desde os pequenos até os grandes. Pedi também que quando for necessário que ela caia, seja em qual for o sentido da palavra "cair", seja o literal ou figurado, que ela encontre sempre alguém em quem se apoiar, que seja eu, o pai, outro familiar, um amigo, etc. Pedi proteção para este serzinho tão pequeno, puro e indefeso que eu amo como jamais imaginei que fosse capaz.

No outro dia, a Letícia acordou bem, sorridente e andarilha como sempre para sossegar o nosso coração. Sei que outras quedas virão, mas a primeira a gente nunca esquece!
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Quantas mães cabem em você?

Recebi um teste bem interessante da revista Crescer sobre os tipos de mãe que existem. Acredito que podemos ser diferentes tipos de mães, depende do momento e da experiência que vamos adquirindo com o tempo. Após fazer o teste, eis o meu resultado:


Mãe Controladora - Aquela que acredita que a educação é algo planejado.

É bom: Impor limites dá aos filhos a noção de autoridade e permite que eles entendam o que é certo e o que é errado de acordo com a visão e educação dos pais. Quando há regras estabelecidas, a criança tem mais recursos para saber como deve se comportar em cada situação. A organização também pode ser uma boa herança.

É ruim: Cuidado para não ser mandona e autoritária, pois as crianças precisam de espaço para tomar iniciativas e até errar. O controle excessivo pode deixar seu filho angustiado e até ansioso, com a sensação de que não é capaz de fazer escolhas. Fique atenta, pois ele poder querer mandar em outras crianças ou o oposto: habituar-se a ser submisso.

Dica: Tente relaxar e evitar conflitos desnecessários, pois não dá para ter as crianças, a casa e a rotina sob controle o tempo todo. Mostre os limites com firmeza, mas sem agressividade para que seu filho aprenda a respeitar a sua autoridade naturalmente. Em vez de impor respeito, conquiste-o. Aceite o improviso, a adaptação, a bagunça, pois a infância precisa dessa liberdade. Fique mais livre você também.

Fiquei impressionada com o resultado, pois já vinha refletindo sobre alguns pontos identificados. Realmente tenho uma necessidade de controlar a situação, tenho mania de planejamento, de fazer listas, check-lists, adoro organização.

Muitas vezes me peguei incomodada por causa da bagunça ou por não dar conta de manter a casa em ordem, trabalhar, cuidar da Letícia e etc. Mas já estou começando a "me permitir" algumas coisas e ser menos exigente comigo mesma. Outro ponto que venho refeltindo é a questão do "Não". Percebi que estava exagerando, sempre que a Letícia tentava fazer algo que me deixava insegura eu falava "Não" e ela parava. Só que comecei a pensar se não estava exagerando, por que não deixá-la livre (com segurança, claro) para explorar o mundo, descobrir as coisas e objetos e matar sua curiosidade. Hoje só digo "Não" quando realmente não pode. Acho que esse é um dos grandes dilemas da maternidade: impor limites sem exageros. Não é fácil, mas com paciência e fé em Deus, vamos conseguindo. :)

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Pra quê?

Eu, antes de ser mãe:
"Festinha de 1 ano? Pra quê, se a criança não aproveita nada? Só vou fazer festa de 02 anos. "

Eu, hoje:
"Não posso passar em branco uma data tão especial. Claro que vou fazer a festinha de 01 ano da Letícia."

E na correria para que tudo seja especial, marcante e caiba no orçamento. Depois volto aqui para contar mais detalhes do aniversário da minha princesa.
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Improdutiva?

Hoje no café da manhã estava conversando com o Eder sobre isso. As vezes me sinto improdutiva, pois tenho milhares de coisas para resolver, mas depois que a Letícia dorme não consigo fazer mais nada. Simplesmente tomo banho e apago.

A minha rotina começa cedo, às 05h30, quando acordo, faço o café da manhã, organizo as coisas para sair, arrumo a Letícia e a deixo na casa da minha mãe. Daí vou trabalhar e apanho a Letícia por volta das 18h00. Volto para casa e brinco, brinco e brinco com ela. Essa brincadeira acaba por volta das 20h00, quando dou banho, dou mamadeira e faço dormir, encerrando mesmo por volta das 21h00. Então começa a minha rotina de dona de casa e fico "livre" mesmo às 22h00. Então tomo banho e só quero dormir para me preparar para acordar, pelo menos, 2 vezes antes das 05h30.

Eu sei que é uma rotina puxada, mas as vezes me cobro mais disposição e me incomoda o fato de acumular pendências. Nossa, como eu odeio isso. Me considero alguém organizada e muitas vezes me peguei criticando pessoas que deixavam de cumprir suas tarefas por "falta de tempo". Agora estou pagando a minha língua.

Sei que isso é uma fase que logo vai passar e que estou priorizando neste momento, a pessoa que depende totalmente de mim. E esse é um paradigma que tenho que quebrar, afinal, o que mais importa é ver a minha filha feliz e isso tenho certeza que ela é. Basta olhar para a carinha dela. Esta foto foi tirada no dia 16/01, quando ela fez 11 meses.

Sabe aqueles seus antigos conceitos? Esqueça todos eles quando virar mãe, pois mãe é uma metamorfose ambulante!
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Vamos fazer arte?

Agora que já sabe andar para lá e para cá, a Letícia está curiosíssima, querendo explorar todos os ambientes. Não dá para desgrudar um segundo da minha pequena. Esse vídeo foi feito ontem a noite, quando chegamos em casa. Olha a tentativa dela de sentar no bouncer sozinha... Haja coração da mamãe aqui:


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E 11 meses se passaram...


Filha, hoje você completa 11 meses de vida e isso enche o meu coração de alegria.
Ao mesmo tempo em que fico surpresa sobre como o tempo passou rápido, fico muito feliz por te ver crescendo saudável, esperta e linda. Você está se superando a cada dia. Se superando nas artes que apronta, na forma de se expressar e de demonstrar suas preferências.

Você é o melhor presente que eu poderia ganhar, aquele que eu jamais imaginei de tão perfeito que ele é, mas Deus sabe de todas as coisas e nos dá tudo no tempo certo. Hoje só quero agradecer pelo privilégio que é ser sua mãe e poder compartilhar contigo todos os momentos. Você me ensina a ser alguém melhor todos os dias e me motiva a ser um referencial para você, pois quero ser aquela mãe que ensina com as palavras, mas também com as ações, dando o exemplo.

Você com 11 meses:

1. Já anda sozinha. Isso mesmo, conforme comentei aqui você deu os primeiros passinhos no dia 31/12/11 e não parou mais;
2. Aponta para as coisas que quer e diz "Dá ou Dê";
3. Adora passear... Basta abrirmos a porta de casa que você solta um sorriso lindo;
4. Já tem o seu brinquedo preferido: A Nina, uma boneca de pano que você ganhou antes mesmo de nascer;
5. Já senta sozinha no bouncer e na cadeirinha do carro. Isso é um perigo, fico de olho o tempo todo;
6. Pega o celular, o telefone fixo ou o interfone, coloca no ouvido e diz "Ahhhhh", como quem quer dizer "Alô";
7. Imita os sons que escuta;
8. Continua com seus dois dentinhos inferiores que a mamãe escova todos os dias e você adora;
9. Mexe em tudo que está ao seu alcance;
10. Reconhece as pessoas e também os seus amiguinhos do prédio (Nicolas e Vinícius);

A mamãe está com quase tudo organizado para a sua festinha de 01 ano. Depois vou fazer um post mais específico sobre isso. Te amo incondicionalmente e para sempre.




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Post para o papai


Que a maternidade implica em uma série de mudanças em nossa rotina não é novidade, né? Comigo não foi diferente. Estava casada há cinco anos e com tudo bastante calmo e, de repente, aparece um serzinho totalmente dependente de mim.

Confesso que depois de ser mãe, comecei a entender melhor o caso das mulheres que têm depressão pós-parto. É muita reponsabilidade, sobrecarga, cansaço, descobertas e se não tivermos alguém com quem dividir tudo isso, a cabeça entra em parafuso mesmo. É nesse ponto que queria chegar: na pessoa que divide comigo a responsabilidade. Tenho certeza que sou uma mulher de sorte, por muitas coisas, entre elas, pelo marido que tenho.

Amor, hoje quero te agradecer publicamente pela sua sensibilidade e boa vontade em me ajudar nos momentos de cansaço. Nunca imaginei que algum dia te veria fazendo mamadeira para Letícia, arrumando o quartinho dela e se levantando nas madrugadas para tentar acalmá-la. Essas suas atitudes, por si só, já aliviam um pouco o meu stress, pelo simples fato de saber que posso contar com você. Você é um excelente pai, basta olhar para a carinha da Letícia quando está com você.

Te amamos.


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A música e a Letícia

Durante a gravidez sempre li que, depois do nascimento, os bebês são capazes de reconhecer sons que ouviam na barriga da mãe. Lembro-me que eu conversava muito com a Letícia, contava como estava me sentindo e falava sobre os preparativos para a sua chegada.

Daí que um dia descobri o CD Lovely Baby do Raimond Lap e amei. Passei a ouvir constantemente: em casa, no trabalho, no carro, antes de dormir, etc... E não é que a Letícia reconhece as músicas? Basta ouvir o primeiro acorde que ela já começa a rir e fica calminha, uma graça!

Hoje fiz o teste na hora do banho dela. De uns dias para cá, o banho da noite tem sido bem difícil porque ela já está caindo de sono e fica num abuso só, chorando e reclamando de tudo. Então, enquanto dava o seu banho, deixei o tal CD rolando e o resultado foi uma bebê calma e tranquila!
E assim, já está decidido qual será a música do filme de um ano da minha filhota.


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Acordando com as galinhas...

Então que a Letícia vinha dormindo muito bem há vários dias. Mas como no quesito maternidade, não devemos tirar conclusões precipitadas, hoje ela se superou... Acordou às 04h08 e não dormiu mais. Ficou toda elétrica, querendo brincar, se jogando em cima de mim e do pai. E haja disposição para aguentar um dia inteiro de trabalho depois disso.

Ela está linda, cada dia mais. E está querendo falar, as vezes parece que fala uma frase inteira, com entonação e expressão de quem sabe o que diz, uma gracinha. Nesses momentos, eu olho para ela e digo séria e interessada no assunto: "Foi mesmo, filha?", "Quando foi isso?", "Não acredito, me conta tudo"... E caímos na gargalhada!
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Dormindo sozinha

E finalmente a Letícia está aprendendo a dormir sozinha.
Quando falo em dormir sozinha, não estou me referindo a dormir no berço e no quarto dela. Isso ela já faz há muito tempo. Ultimamente, quando o sono da noite chega e ela já está pronta para dormir, eu a coloco no berço ainda acordada. Ela vira para lá, vira para cá, abraça o travesseiro e dorme. Um sonho, né? Depois de quase 11 meses de muitos malabarismos para a pequena dormir.

Uma das coisas que fiz desde que ela nasceu e acho interessante é criar a tal rotina do sono. Aqui em casa, a rotina inclui banho quentinho e relaxante, mamadeira e colinho da mamãe. Confesso que ando ansiosa pela fase das historinhas antes de dormir, até já tenho alguns livrinhos para usar. Quando ela está muito agitada, também coloco musiquinhas para bebês. Ela adora Raimond Lap e Alyne Barros para Bebês).
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Como não se apaixonar?

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A bolsa da Letícia

De repente (nem tão de repente assim) eu virei mãe. E frequentemente temos que sair com nosso bebê para resolver algo na rua: uma consulta médica, uma visita a um parente, um passeio, etc... E aí vem a dúvida sobre o que levar. Não gosto de carregar coisas desnecessárias, até a minha própria bolsa é bastante "enxuta". Depois de quase 11 meses de maternidade, sou quase um perito no assunto Bolsas de Bebês, rsrsrs.

Durante a gravidez, comprei um kit com 3 bolsas que uso até hoje. A bolsa grande eu uso para viagens, a média para passeios curtos e a terceira, comecei a usar quando a Letícia passou a tomar mamadeira, pois ela é térmica, algo essencial para o enxoval. Como não é muito confortável andar com a bolsa da Letícia e com a minha bolsa, procuro organizar as minhas coisas na bolsinha dela mesmo e, recentemente, comprei um bolsa mais "de mocinha", pois é nisso que minha pequena se transformou: uma bebê mocinha.

Bom, mas e o que levar dentro da bolsa? Para responder a essa pergunta, procuro considerar alguns fatores:

1. Para onde vamos?
2. Quanto tempo vamos passar na rua?
3. Como está o clima? Quente, frio, muito vento, etc...

Considerando um passeio simples, na bolsa da Letícia tem:

1. No máximo, 03 fraldas descartáveis;
2. Lenço umedecido e pomada para prevenção de assaduras;
3. Uma muda de roupa, caso acontecça algum imprevisto;
4. Termômetro e remédio para dor e febre (Paracetamol Bebê);
5. Um cueiro e um pano de boca;
6. Um brinquedinho;
7. Meus objetos pessoais: documentos, celular e chaves.

Quando ela apenas mamava também acrecentava uma blusa para mim para os casos de vazamento de leite e pronto. Nos dias de hoje, ainda acrescento água e lanchinho para ela (frutas, biscoitos e suquinho). E assim, saímos todos felizes, sem exageros e sem faltar nada.

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Já?

A Letícia está andando, com apenas 10 meses. Quer dizer, andando ela estava ontem, hoje ela está correndo, rsrsrs.
Tô muito feliz e já com saudades daquele bebezinho que era tão dependente de mim. Uma nova fase já começou, com cuidados redobrados para minha pequena não se machucar. É muito emocionante ver a minha cotoca para lá e para cá, cai, mas não cai... Aguenta coração!!!
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Não tem preço!






Ficar no balanço sozinha pela primeira vez...










Brincar de casinha com a mamãe...








Prestar atenção nas explicações do papai...












Passear na praia...









Molhar meus pezinhos no mar.
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Adeus ano velho, feliz ano novo...

Eu sou daquelas que adora fazer "balanços" no final do ano e escrever a listinha de metas para o ano seguinte. Adoro rever o meu check-list do ano anterior e perceber que consegui realizar aquilo que planejei. Então lá vai a minha retrospectiva 2011 e perspectivas para 2012.

Retrospectiva 2011:
Para 2011, o meu maior desejo não poderia deixar de ser relacionado com a Letícia. Estava grávida e desejei muito um parto tranquilo, uma filha saudável e que eu soubesse cuidar dela. Sim, porque antes de ter a Letícia eu nem sabia segurar um bebê direito. E Deus foi muito generoso comigo, me dando uma filha linda que Ele desenhou com tanto capricho e despertando em mim o mais profundo instinto materno. Além disso, ainda consegui concluir a minha faculdade, um sonho que parecia tão distante, mas que agora é realidade e me faz sonhar com outros degraus.

Como nem tudo são flores, 2011 também foi marcado por algumas surpresas tristes que abalaram pessoas muito próximas e queridas e, consequentemente, me abalaram também. Sei que devemos tirar uma lição de tudo que passamos e, durante as adversidades, procuro entender o que Deus está querendo me ensinar com tal situação. Então, o que posso dizer hoje é que quero elevar ao Senhor todos os meus pensamentos e opiniões e pedir que Ele direcione as minhas atitudes daqui pra frente.

Perspectivas para 2012:
Para 2012, desejo mais de Deus na minha vida. Simples assim.
E que venha mais um ano.